domingo, 29 de agosto de 2010
Ciranda pela Vida: Participe da Ciranda Pela Vida, Contra o Extermíni...
Salve gente de boa, paz e bem...
Aqui vai uma proposta para você que lê esse post e para todo o seu grupo.
Pensando em movimentar cada vez mais a Campanha Nacional Contra o Extermínio de Jovens imaginamos quão bonito será os grupos se reunirem para cantar e dançar a “Ciranda Pela Vida - Contra o Extermínio de Jovens”.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
DIA DA JUVENTUDE

De 17 a 27 de Agosto
Festa de Nossa Senhora dos Prazeres, a Padroeira de nossa cidade.
Dia 17, Abertura:
Hasteamento da Bandeira de Nossa Senhora dos Prazeres
06 horas - Celebração Eucarística
12 horas - Oração do Ângelus
Ofício de Nossa Senhora
15 horas - Celebração Eucarística
18 horas - Terço Meditado
19h30min - Celebração Eucarística
******************************************
Todos os dias haverá Celebração Eucarística às 15h e às 19h30min.
******************************************
PARA NÓS...
No dia 20 a Celebração das 19h30min: MISSA DA JUVENTUDE!!!!
Que será animada pelos Jovens da Arqudiocese.
**************************************************
DURANTE ESSES 09 DIAS, IREMOS MEDITAR E APRENDER MAIS SOBRE A VIDA CRISTÃ, COM GRANDE GRAÇA E SABEDORIA DE NOSSOS PREGADORES:Hasteamento da Bandeira de Nossa Senhora dos Prazeres
06 horas - Celebração Eucarística
12 horas - Oração do Ângelus
Ofício de Nossa Senhora
15 horas - Celebração Eucarística
18 horas - Terço Meditado
19h30min - Celebração Eucarística
******************************************
Todos os dias haverá Celebração Eucarística às 15h e às 19h30min.
******************************************
PARA NÓS...
No dia 20 a Celebração das 19h30min: MISSA DA JUVENTUDE!!!!
Que será animada pelos Jovens da Arqudiocese.
**************************************************
# Dom Antonio Muniz Fernandes, O.Carm - Arcebispo de Maceió
# Dom Velério Breda, SDB - Bispo de Penedo
# Dom Edvaldo Gonçalves Amaral, SDB - Arcebispo Emérito de Maceió.
# Dom Aldo Di Cillo Pagotto, SSS - Arcebispo da Paraíba
# Dom José Carlos Melo - Arcebispo Emérito de Maceió
# Dom Antônio Fernando Saburido, OSB - Arcebispo de Olinda e Recife
# Dom Henrique Soares da Costa - Bispo Auxiliar de Aracaju
# Dom Dulcênio Fontes de Matos - Bispo de Palmeira dos Índios
# Dom Genival Saraiva de França - Bispo de Palmares
Salve, ó Virgem Imaculada, Mãe dos Prazeres Maria!!!
quinta-feira, 22 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
AÇÃO PASTORAL 2010 - Parte II
DA MISSÃO DOS DISCÍPULOS-JOVENS NA IGREJA E NO MUNDO
- Do Discipulado surge a Missão: a Missão de cada JOVEM é SER DISCÍPULO e FAZER DISCÍPULO que OBSERVEM/FAÇAM TUDO O QUE SENHOR ORDENOU/ENSINOU, conforme o mandato missionário de Jesus no Evangelho; “Ide e fazei discípulos meus a todos os povos – a todos os jovens... e a observar tudo quando vos tenho ordenado” (Mt 28, 19 – 20)
- neste tipo de Discipulado e Missão está contida a Santidade e a identidade Católica da Juventude. Tal santidade, se testemunhada com paixão, contagia, fascina outros jovens para a mesma experiência. Portanto, multiplicar os grupos e lideranças, efetivando propostas e projetos nascidos nas diversas espiritualidades já atuantes na Igreja (por exemplo: DNJ, Semana da Cidadania, Carnaval com Cristo, Jovens por um mundo unido, Missões Jovens, Louvor Night, Vigília, Evangelização nas Escolas; em Tempos fortes como Campanha da Fraternidade/Mês de maio/Festas Juninas/Colônia de Férias/Mês Vocacional/Mês da Bíblia/Mês das Missões/Natal)
DA ESTRUTURA MAIS ADEQUADA AO DISCUPULKADO E À MISSÃO DA JUVENTUDE NA IGREJA E NO MUNDO
Qual a estrutura mais adequada para que a juventude ouça o Senhor e lhe responda com a própria vida e compromisso na Igreja?
- Incentivar a criação e formação de Grupos em comunidades
- Definir o número máximo de membros do grupo
- Coordenação interna do Grupo (qual a melhor nomenclatura e funções necessárias hoje?)
- Coordenação de Grupos a nível paroquial? (quais as funções necessárias hoje?)
- Conselho Paroquial da Juventude
- Coordenação Diocesana da Juventude
- Participação na Reunião dos Conselhos (paroquial/setorial/diocesano/...)
- Nosso relacionamento com a juventude do Regional Nordeste II
- Nossa presença e atuação na esfera nacional (Setor Juventude CNBB)
QUAIS FUNÇÕES DA JUVENTUDE NA IGREJA E NO MUNDO QUE EXIGEM UMA FORMAÇÃO ADEQUADA?
- A Liturgia dominical na comunidade ou na Matriz
- Evangelização da Juventude (com os temas do Documento 85)
- A formação temática de assuntos indispensáveis à juventude (Relação com a família – Namoro – Sexualidade e Afetividade – Formação e Estudos profissionais – projetos e participação no processo político – projeção e independência econômica – o desemprego e a ameaça das drogas, do tabagismo, do consumismo, do hedonismo, do protestantismo...)
UM PLANEJAMENTO DE DISCIPULADO E MISSÃO ARTICULADO A PARTIR DAS BASES PAROQUIAS
- Adequado levantamento de dados (quem somos? Em quem acreditamos (número de jovens atuantes nas seitas presente nas comunidades), Onde vivemos? O que temos? O que estudamos? O que sofremos? O que esperamos? O que propomos?...)
- Cabe à Coordenação Diocesana da Pastoral da Juventude preparar sucessivas Assembléias a nível paroquial, setorial e diocesano para confeccionar o calendário das atividades relativas às indicações contidas neste projeto, adaptando-as a cada realidade.
- A Pastoral da Juventude será o organismo diocesano de promoção do diálogo e da unidade de todos os grupos e organizações pastorais com jovens na Arquidiocese de Maceió, no respeito pelo carisma de cada grupo e no empenho para orientar todos segundo o que foi aprovado a nível diocesano.
- Do Discipulado surge a Missão: a Missão de cada JOVEM é SER DISCÍPULO e FAZER DISCÍPULO que OBSERVEM/FAÇAM TUDO O QUE SENHOR ORDENOU/ENSINOU, conforme o mandato missionário de Jesus no Evangelho; “Ide e fazei discípulos meus a todos os povos – a todos os jovens... e a observar tudo quando vos tenho ordenado” (Mt 28, 19 – 20)
- neste tipo de Discipulado e Missão está contida a Santidade e a identidade Católica da Juventude. Tal santidade, se testemunhada com paixão, contagia, fascina outros jovens para a mesma experiência. Portanto, multiplicar os grupos e lideranças, efetivando propostas e projetos nascidos nas diversas espiritualidades já atuantes na Igreja (por exemplo: DNJ, Semana da Cidadania, Carnaval com Cristo, Jovens por um mundo unido, Missões Jovens, Louvor Night, Vigília, Evangelização nas Escolas; em Tempos fortes como Campanha da Fraternidade/Mês de maio/Festas Juninas/Colônia de Férias/Mês Vocacional/Mês da Bíblia/Mês das Missões/Natal)
DA ESTRUTURA MAIS ADEQUADA AO DISCUPULKADO E À MISSÃO DA JUVENTUDE NA IGREJA E NO MUNDO
Qual a estrutura mais adequada para que a juventude ouça o Senhor e lhe responda com a própria vida e compromisso na Igreja?
- Incentivar a criação e formação de Grupos em comunidades
- Definir o número máximo de membros do grupo
- Coordenação interna do Grupo (qual a melhor nomenclatura e funções necessárias hoje?)
- Coordenação de Grupos a nível paroquial? (quais as funções necessárias hoje?)
- Conselho Paroquial da Juventude
- Coordenação Diocesana da Juventude
- Participação na Reunião dos Conselhos (paroquial/setorial/diocesano/...)
- Nosso relacionamento com a juventude do Regional Nordeste II
- Nossa presença e atuação na esfera nacional (Setor Juventude CNBB)
QUAIS FUNÇÕES DA JUVENTUDE NA IGREJA E NO MUNDO QUE EXIGEM UMA FORMAÇÃO ADEQUADA?
- A Liturgia dominical na comunidade ou na Matriz
- Evangelização da Juventude (com os temas do Documento 85)
- A formação temática de assuntos indispensáveis à juventude (Relação com a família – Namoro – Sexualidade e Afetividade – Formação e Estudos profissionais – projetos e participação no processo político – projeção e independência econômica – o desemprego e a ameaça das drogas, do tabagismo, do consumismo, do hedonismo, do protestantismo...)
UM PLANEJAMENTO DE DISCIPULADO E MISSÃO ARTICULADO A PARTIR DAS BASES PAROQUIAS
- Adequado levantamento de dados (quem somos? Em quem acreditamos (número de jovens atuantes nas seitas presente nas comunidades), Onde vivemos? O que temos? O que estudamos? O que sofremos? O que esperamos? O que propomos?...)
- Cabe à Coordenação Diocesana da Pastoral da Juventude preparar sucessivas Assembléias a nível paroquial, setorial e diocesano para confeccionar o calendário das atividades relativas às indicações contidas neste projeto, adaptando-as a cada realidade.
- A Pastoral da Juventude será o organismo diocesano de promoção do diálogo e da unidade de todos os grupos e organizações pastorais com jovens na Arquidiocese de Maceió, no respeito pelo carisma de cada grupo e no empenho para orientar todos segundo o que foi aprovado a nível diocesano.
AÇÃO PASTORAL 2010 - Parte I
Plano Pastoral Diocesano 2009 - 2010
Justificativa: Partindo das prioridades pastorais eleitas na Assembléia Pastoral Diocesana no ano de 2008, Juventude e Formação de Leigos, este Plano Pastoral compreenderá um biênio, sendo o ano de 2009 como período de realização do Projeto “Juventude Discípula Missionária”, e o ano de 2010 para o Projeto da Escola de Formação de Leigos. Nesta Reunião, consideraremos a prioridade “Juventude”. Noutra, a prioridade “Formação de Leigos”.
PROJETO JUVENTUDE DISCÍPULA MISSIONÁRIA
Chave de leitura do Documento 85 – WWW.cnbb.org.br – pastorais – pastoral da juventude slides 1 e 2.
1) Definição do rosto da Juventude (de qual Juventude estamos falando e queremos conduzir a Cristo?)
- Há um múltiplo rosto jovem nas paróquias e comunidades (urbanos e rurais, cultos e iletrados, mais abastados e mais empobrecidos, empregados e desempregados, participantes de caminhada da Igreja em grupos e ausentes das nossas Igrejas, empenhados no mundo da política/economia/cultura... e outros completamente indiferentes ou impedidos de entrar nestes “mundos”, etc.)
- A Igreja, porém, pensa como Jesus: para Ele nós todos (os jovens também) somos “suas” ovelhas, pertencemos a Ele e ninguém pode arrebatar-nos de mão. Foi o Pai quem nos deu a Ele (cf. Jo 10, 27 – 30)
- Para a Igreja, a juventude é uma faixa etária (15 a 25 anos) transitória entre a fase adulta, que conduz e prepara à maturidade na vida, definindo as suas escolhas mais decisivas. Os Jovens chamados a serem discípulos de Cristo (cf. At 2,39) não são quaisquer jovens, ou todos os jovens. É a adesão comprometida dos jovens à Fé da Igreja que qualifica e determina seu número e perfil e permite organizar um caminho gradual e permanente de Evangelização (cf. Mt. 19, 21s)
2) Discípulos da Juventude na Igreja – Encontrar metodologia adequada:
- À luz da conferência de Aparecida, a igreja é chamada a ouvir, como discípula, a Cristo-Mestre, por meio da oração, a Meditação da Palavra e o encontro com o Senhor que nutre a Igreja na Eucaristia – “As minhas ovelhas escutam a minha voz” (Jo 10,27) – “Quem me recebe como alimento, viverá por mim” (Jo 6, 56s)
-Então, é necessário encontrar metodologias adequadas em várias sentidos:
Linguagem:
- A Juventude é Sujeito na Igreja-Discípula; a distinção Igreja x Juventude dificulta o entendimento entre jovens e demais Sujeitos dentro das Igrejas; por isso, deve-se incentivar a comunhão entre jovens e os demais Discípulos na Igreja, principalmente com os Bispos e Sacerdotes.
Encontro com Cristo:
- Qual a metodologia adequada Às exigências atuais da Juventude que permitira encontros de forte experiência entre os jovens e o Senhor?
Resposta ao chamado de Jesus Cristo vivo em Sua igreja:
- Qual metodologia a Igreja usará para estimular os jovens a responderem ao chamado de Cristo em meio às exigências do nosso tempo atual?
Diálogo e comunhão
- Os Discípulos, em seus diversos ministérios e carismas, devem dialogar continuamente em vista de uma cooperação e unidade cada vez mais forte em torno dos fundamentos da única Fé no Senhor (Palavra, sacramentos, Autoridade, Doutrina, Moral...), pois Jesus rezou pela nossa unidade (Que todos sejam um, para que o mundo creia – Jo 17, 3) – Promova-se periodicamente Assembléia onde estejam presente e atuantes jovens representantes das várias espiritualidades na Igreja Diocesana: Focolares/RCC/MEJ/Grupos Jovens da Pastoral Familiar...
Escuta dos “gritos” da Juventude
- Os demais Discípulos/Sujeitos deverão ouvir os “gritos” dos jovens, crucificados atualmente pelas ameaças e inimigo à sua vida e salvação: drogas – desemprego – desintegração familiar – falta de acesso à escola – ausência da Igreja e da Graça Sacramental – aborto – consumismos...
Formação e acompanhamento permanente
- Corrigir erros recíprocos de conceitos e atitudes, superar imaturidades, enxergar juntos o caminho, confiar no Senhor (conversão continua para a Juventude e para os Pastores), avaliar e planejar juntos periodicamente, participar das reuniões dos Conselhos Pastorais (paróquia/setor/diocese/regional/nacional).
Escuta e Testemunho de Cristo
- A juventude deve ouvir e testemunhar sua Fé em Jesus (por meio da escuta proveitosa da voz de Cristo: novos métodos de oração com a Palavra e celebração, músicas, filmes, caminhadas da juventude, Missão Jovem, ações solidárias e de misericórdia, discernimento vocacional, direção espiritual, confissão freqüente, Eucaristia dominical fiel e testemunho de vida católica)
Justificativa: Partindo das prioridades pastorais eleitas na Assembléia Pastoral Diocesana no ano de 2008, Juventude e Formação de Leigos, este Plano Pastoral compreenderá um biênio, sendo o ano de 2009 como período de realização do Projeto “Juventude Discípula Missionária”, e o ano de 2010 para o Projeto da Escola de Formação de Leigos. Nesta Reunião, consideraremos a prioridade “Juventude”. Noutra, a prioridade “Formação de Leigos”.
PROJETO JUVENTUDE DISCÍPULA MISSIONÁRIA
Chave de leitura do Documento 85 – WWW.cnbb.org.br – pastorais – pastoral da juventude slides 1 e 2.
1) Definição do rosto da Juventude (de qual Juventude estamos falando e queremos conduzir a Cristo?)
- Há um múltiplo rosto jovem nas paróquias e comunidades (urbanos e rurais, cultos e iletrados, mais abastados e mais empobrecidos, empregados e desempregados, participantes de caminhada da Igreja em grupos e ausentes das nossas Igrejas, empenhados no mundo da política/economia/cultura... e outros completamente indiferentes ou impedidos de entrar nestes “mundos”, etc.)
- A Igreja, porém, pensa como Jesus: para Ele nós todos (os jovens também) somos “suas” ovelhas, pertencemos a Ele e ninguém pode arrebatar-nos de mão. Foi o Pai quem nos deu a Ele (cf. Jo 10, 27 – 30)
- Para a Igreja, a juventude é uma faixa etária (15 a 25 anos) transitória entre a fase adulta, que conduz e prepara à maturidade na vida, definindo as suas escolhas mais decisivas. Os Jovens chamados a serem discípulos de Cristo (cf. At 2,39) não são quaisquer jovens, ou todos os jovens. É a adesão comprometida dos jovens à Fé da Igreja que qualifica e determina seu número e perfil e permite organizar um caminho gradual e permanente de Evangelização (cf. Mt. 19, 21s)
2) Discípulos da Juventude na Igreja – Encontrar metodologia adequada:
- À luz da conferência de Aparecida, a igreja é chamada a ouvir, como discípula, a Cristo-Mestre, por meio da oração, a Meditação da Palavra e o encontro com o Senhor que nutre a Igreja na Eucaristia – “As minhas ovelhas escutam a minha voz” (Jo 10,27) – “Quem me recebe como alimento, viverá por mim” (Jo 6, 56s)
-Então, é necessário encontrar metodologias adequadas em várias sentidos:
Linguagem:
- A Juventude é Sujeito na Igreja-Discípula; a distinção Igreja x Juventude dificulta o entendimento entre jovens e demais Sujeitos dentro das Igrejas; por isso, deve-se incentivar a comunhão entre jovens e os demais Discípulos na Igreja, principalmente com os Bispos e Sacerdotes.
Encontro com Cristo:
- Qual a metodologia adequada Às exigências atuais da Juventude que permitira encontros de forte experiência entre os jovens e o Senhor?
Resposta ao chamado de Jesus Cristo vivo em Sua igreja:
- Qual metodologia a Igreja usará para estimular os jovens a responderem ao chamado de Cristo em meio às exigências do nosso tempo atual?
Diálogo e comunhão
- Os Discípulos, em seus diversos ministérios e carismas, devem dialogar continuamente em vista de uma cooperação e unidade cada vez mais forte em torno dos fundamentos da única Fé no Senhor (Palavra, sacramentos, Autoridade, Doutrina, Moral...), pois Jesus rezou pela nossa unidade (Que todos sejam um, para que o mundo creia – Jo 17, 3) – Promova-se periodicamente Assembléia onde estejam presente e atuantes jovens representantes das várias espiritualidades na Igreja Diocesana: Focolares/RCC/MEJ/Grupos Jovens da Pastoral Familiar...
Escuta dos “gritos” da Juventude
- Os demais Discípulos/Sujeitos deverão ouvir os “gritos” dos jovens, crucificados atualmente pelas ameaças e inimigo à sua vida e salvação: drogas – desemprego – desintegração familiar – falta de acesso à escola – ausência da Igreja e da Graça Sacramental – aborto – consumismos...
Formação e acompanhamento permanente
- Corrigir erros recíprocos de conceitos e atitudes, superar imaturidades, enxergar juntos o caminho, confiar no Senhor (conversão continua para a Juventude e para os Pastores), avaliar e planejar juntos periodicamente, participar das reuniões dos Conselhos Pastorais (paróquia/setor/diocese/regional/nacional).
Escuta e Testemunho de Cristo
- A juventude deve ouvir e testemunhar sua Fé em Jesus (por meio da escuta proveitosa da voz de Cristo: novos métodos de oração com a Palavra e celebração, músicas, filmes, caminhadas da juventude, Missão Jovem, ações solidárias e de misericórdia, discernimento vocacional, direção espiritual, confissão freqüente, Eucaristia dominical fiel e testemunho de vida católica)
METODOLOGIA PJ
A metodologia da PJ é identica a todas as outras metodologias utilizadas pelas pastorais e movimentos diferente da PAstoral da Juventude, mesmo assim apenas a nossa pastoral utiliza de forma correta, onde este é trabalhado em todas as ações realizadas e pensadas.
A metodologia são cinco tipos, onde este metodos são únicos e quando juntos formam uma comunhão de fortalecimento entre os pensamentos e ações realizadas.
Ver, Julgar, Agir, Avaliar e Celebrar
VER - Ver é analisar os problemas e avanços com base na realidade concreta em que se vive. Ajuda se respondermos a algumas perguntas: Qual é a raiz do problema? Como começou a história? Que fatores a tornaram com o aspecto que tem agora? É possível apontar as conseqüências que este fato acarretará? Quais seriam? Quem está envolvido direta ou indiretamente com este problema? É importante indicar as causas dos problemas que se discutem, distinguindo as causas aparentes, as imediatas, as secundárias e a causa principal. As ciências sociais têm boas contribuições para podermos entender melhor as causas e conseqüências dos problemas analisados.
JULGAR - Julgar já vem emaranhado nisso tudo. Qual nosso parâmetro diante de uma realidade com tantas portas? Que caminho escolher? Diante da realidade vista e analisada, você se sente incomodado como cristão? Ver o que a Palavra de Deus e os Documentos da Igreja têm a nos dizer sobre esse acontecimento é nosso parâmetro como cristãos católicos. Deus não está acima e distante dos nossos problemas. A encarnação aponta para um Deus que se encontra na vida cotidiana. Tendo essa perspectiva de que Jesus passou as mesmas dificuldades que vivemos, o Julgar é perceber qual seria sua visão diante desta realidade. É antes de tudo não se deixar corromper pelo sistema vigente e tentar ver o problema pelos olhos de Deus, para tentar achar a solução mais adequada. O Julgar ajuda a perceber o pecado que está aberto dentro de cada um de nós, a tendência de dominar, explorar e usar os outros, e também o pecado social presente nas estruturas injustas da sociedade. A pessoa de Jesus, sua mensagem e estilo pedagógico são os critérios centrais na formação dos (as) jovens para um projeto pessoal e social.
AGIR - O Agir acontece depois de analisarmos os fatos concretamente e os julgarmos a partir da Palavra de Deus. É hora de vermos o que pode ser feito de concreto para solucionar o problema, ou para caminhar melhor em nossa estrada. Dependendo da análise no Ver e Julgar, nossa ação pode ser assistencialista (só desperta a pessoa para o problema), de solidariedade (atua nas conseqüências do problema) ou transformadora da realidade (ataca as causas). Não é proveitoso atingir este ponto logo de início, sem antes passar pelos outros dois, pois não se teria feito uma análise correta dos fatos para uma resolução coerente. Quanto ao Agir, vale lembrar que não se educa ninguém para a liberdade, para o amor e para a responsabilidade, se não acontecer a prática desses três itens. A teoria e a ação têm de caminhar juntas.
REVER - O Rever é a avaliação da atividade desenvolvida, é poder ver a realidade de outro ângulo, com o parâmetro de alguém que já vivenciou, que tem experiência. Ele abre novamente o círculo, pois à medida que chegamos no Agir, precisamos Rever as atitudes, Julgar novamente os procedimentos e voltar a Agir. Cada erro corrigido significa um futuro acerto.
CELEBRAR - No momento da avaliação, é importante valorizar as conquistas, mesmo que pequenas. A cada ação nossa realizada devemos celebrar. A fim de agradecer a Deus sua presença animadora em nossa caminhada. E celebramos não só os momentos de alegria, mas também os de tristeza.
A celebração litúrgica é um elemento catequético significativo enquanto anuncia e alimenta a utopia cristã, fortalece a fé e coloca o grupo e seus membros em contato com o mistério central do
cristianismo: a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo.
A metodologia são cinco tipos, onde este metodos são únicos e quando juntos formam uma comunhão de fortalecimento entre os pensamentos e ações realizadas.
Ver, Julgar, Agir, Avaliar e Celebrar
VER - Ver é analisar os problemas e avanços com base na realidade concreta em que se vive. Ajuda se respondermos a algumas perguntas: Qual é a raiz do problema? Como começou a história? Que fatores a tornaram com o aspecto que tem agora? É possível apontar as conseqüências que este fato acarretará? Quais seriam? Quem está envolvido direta ou indiretamente com este problema? É importante indicar as causas dos problemas que se discutem, distinguindo as causas aparentes, as imediatas, as secundárias e a causa principal. As ciências sociais têm boas contribuições para podermos entender melhor as causas e conseqüências dos problemas analisados.
JULGAR - Julgar já vem emaranhado nisso tudo. Qual nosso parâmetro diante de uma realidade com tantas portas? Que caminho escolher? Diante da realidade vista e analisada, você se sente incomodado como cristão? Ver o que a Palavra de Deus e os Documentos da Igreja têm a nos dizer sobre esse acontecimento é nosso parâmetro como cristãos católicos. Deus não está acima e distante dos nossos problemas. A encarnação aponta para um Deus que se encontra na vida cotidiana. Tendo essa perspectiva de que Jesus passou as mesmas dificuldades que vivemos, o Julgar é perceber qual seria sua visão diante desta realidade. É antes de tudo não se deixar corromper pelo sistema vigente e tentar ver o problema pelos olhos de Deus, para tentar achar a solução mais adequada. O Julgar ajuda a perceber o pecado que está aberto dentro de cada um de nós, a tendência de dominar, explorar e usar os outros, e também o pecado social presente nas estruturas injustas da sociedade. A pessoa de Jesus, sua mensagem e estilo pedagógico são os critérios centrais na formação dos (as) jovens para um projeto pessoal e social.
AGIR - O Agir acontece depois de analisarmos os fatos concretamente e os julgarmos a partir da Palavra de Deus. É hora de vermos o que pode ser feito de concreto para solucionar o problema, ou para caminhar melhor em nossa estrada. Dependendo da análise no Ver e Julgar, nossa ação pode ser assistencialista (só desperta a pessoa para o problema), de solidariedade (atua nas conseqüências do problema) ou transformadora da realidade (ataca as causas). Não é proveitoso atingir este ponto logo de início, sem antes passar pelos outros dois, pois não se teria feito uma análise correta dos fatos para uma resolução coerente. Quanto ao Agir, vale lembrar que não se educa ninguém para a liberdade, para o amor e para a responsabilidade, se não acontecer a prática desses três itens. A teoria e a ação têm de caminhar juntas.
REVER - O Rever é a avaliação da atividade desenvolvida, é poder ver a realidade de outro ângulo, com o parâmetro de alguém que já vivenciou, que tem experiência. Ele abre novamente o círculo, pois à medida que chegamos no Agir, precisamos Rever as atitudes, Julgar novamente os procedimentos e voltar a Agir. Cada erro corrigido significa um futuro acerto.
CELEBRAR - No momento da avaliação, é importante valorizar as conquistas, mesmo que pequenas. A cada ação nossa realizada devemos celebrar. A fim de agradecer a Deus sua presença animadora em nossa caminhada. E celebramos não só os momentos de alegria, mas também os de tristeza.
A celebração litúrgica é um elemento catequético significativo enquanto anuncia e alimenta a utopia cristã, fortalece a fé e coloca o grupo e seus membros em contato com o mistério central do
cristianismo: a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo.
IDENTIDADE PJ
Como todo mundo sabe, não podeos viver num mundo sem ter o seu nome registrado no registro geral, mas conhecida como RG. A Pastoral que lutando ao lado de outros jovens também tem a sua identidade, esta que iremos conhecer agora, para que não conhece ainda e fortalecer a vida de luta para quem a conhece.
Identidade
1 - Somos jovens das diversas realidades regionais, na maioria empobrecidos e a exemplo de Jesus Cristo fazemos a opção pelos pobres e jovens. Nos encontramos em grupos para partilhar e celebrar a vida, as lutas, sofrimentos e cultivar a amizade a partir de uma formação integral e mística própria.
2 - Somos grupos de Jovens motivados pela fé, atuando dentro das comunidades, a serviço da organização e animação das comunidades.
3 - Atuamos também na sociedade inseridos nos movimentos sociais, com destaque a participação política-partidária, movimentos populares e outras organizações que lutam em defesa da vida e da dignidade humana.
4 - Nos organizamos a partir das coordenações dos grupos, paróquias, e forania, ligados à Igreja do Brasil e da América Latina. Assim construímos e registramos nossa história, criando uma unidade na diversidade.
5 - Diante de uma política desumana da manipulação dos Meios de Comunicação Social e de uma realidade tão adversa, ousamos assumir e propor os projetos da Pastoral da Juventude do Brasil, como alternativa na construção da civilização do amor, sendo presença gratuita e qualificada no meio da juventude, atuando também em parceria com outras organizações da sociedade.
6 - Somos PJ organizada no Brasil, com linha definida e metodologia própria, aberta ao novo acolhimento dos anseios da juventude, garantindo o seu protagonismo, evangelizando de forma inculturada na realidade em que vivemos.
7 - Somos jovens felizes, apaixonados, ternos e motivados pela fé. Encaramos a vida com potencial criativo muito grande, valorizando as artes (dança, poesia, música...) o lazer, o corpo, o símbolo, as culturas, com ardor, sonhos e amor pela causa do Reino.
Explicação sobre a PJ
Não podemos esquecer o mais importante, que é a base da Pastoral da Juventude. Os grupos de jovens das comunidades e das diversas especificidades. Infelizmente ainda existe gente pensando que PJ é a coordenação, ou algo mais distante. Na verdade, os grupos de jovens é que são PJ, é no grupo e pelo grupo que a PJ acontece. Quando o grupo busca aprofundar e viver a fé, atuar na comunidade, descobrir como transformar a realidade e, junto com os demais grupos, ser evangelizador de outros jovens, já está sendo e fazendo PASTORAL DA JUVENTUDE.
Identidade
1 - Somos jovens das diversas realidades regionais, na maioria empobrecidos e a exemplo de Jesus Cristo fazemos a opção pelos pobres e jovens. Nos encontramos em grupos para partilhar e celebrar a vida, as lutas, sofrimentos e cultivar a amizade a partir de uma formação integral e mística própria.
2 - Somos grupos de Jovens motivados pela fé, atuando dentro das comunidades, a serviço da organização e animação das comunidades.
3 - Atuamos também na sociedade inseridos nos movimentos sociais, com destaque a participação política-partidária, movimentos populares e outras organizações que lutam em defesa da vida e da dignidade humana.
4 - Nos organizamos a partir das coordenações dos grupos, paróquias, e forania, ligados à Igreja do Brasil e da América Latina. Assim construímos e registramos nossa história, criando uma unidade na diversidade.
5 - Diante de uma política desumana da manipulação dos Meios de Comunicação Social e de uma realidade tão adversa, ousamos assumir e propor os projetos da Pastoral da Juventude do Brasil, como alternativa na construção da civilização do amor, sendo presença gratuita e qualificada no meio da juventude, atuando também em parceria com outras organizações da sociedade.
6 - Somos PJ organizada no Brasil, com linha definida e metodologia própria, aberta ao novo acolhimento dos anseios da juventude, garantindo o seu protagonismo, evangelizando de forma inculturada na realidade em que vivemos.
7 - Somos jovens felizes, apaixonados, ternos e motivados pela fé. Encaramos a vida com potencial criativo muito grande, valorizando as artes (dança, poesia, música...) o lazer, o corpo, o símbolo, as culturas, com ardor, sonhos e amor pela causa do Reino.
Explicação sobre a PJ
Não podemos esquecer o mais importante, que é a base da Pastoral da Juventude. Os grupos de jovens das comunidades e das diversas especificidades. Infelizmente ainda existe gente pensando que PJ é a coordenação, ou algo mais distante. Na verdade, os grupos de jovens é que são PJ, é no grupo e pelo grupo que a PJ acontece. Quando o grupo busca aprofundar e viver a fé, atuar na comunidade, descobrir como transformar a realidade e, junto com os demais grupos, ser evangelizador de outros jovens, já está sendo e fazendo PASTORAL DA JUVENTUDE.
Assinar:
Postagens (Atom)


